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quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Árvore genealógica do tronco principal de Teófilo Mattos e Tarsila Vieira

       Para complementar a matéria anterior, apresentamos a árvore genealógica com o tronco principal dos ancestrais de Teófilo Mattos (03/11/1906 - 15/03/1994). Por meio dela, é possível observar que Teófilo descende de duas famílias importantes da região serrana de Santa Catarina: Da Silva Mattos e Martorano (vinda da Itália).
Teófilo casou-se com Tarsila Vieira (13/11/1910 - 11/03/1985), descendente de outras três famílias da Serra: Vieira, Ribeiro e Souza. Ao retroceder na árvore genealógica, percebemos que Tarsila é pentaneta de Manoel da Silva Ribeiro (casado com Maria Bernardes do Espírito Santo), ancestral da conhecida Família Ribeiro. Igualmente é tetraneta de Matheus José de Souza (casado com Clara Maria de Athayde), ancestral muito conhecido da Família Souza.
Apresentamos, primeiramente, a árvore mais completa com os ancestrais de Teófilo e de Tarsila. Para uma melhor visualização, apresentamos na sequência essa mesma árvore divida em três partes: 1. Ancestrais de Teófilo Mattos; 2. Ancestrais de Tarsila Vieira; 3. Filhos e netos de Teófilo Mattos e Tarsila Vieira. 

Ancestrais de Teófilo Mattos e Tarsila Vieira.




Ancestrais de Teófilo Mattos.



Ancestrais de Tarsila Vieira.


Filhos e netos de Teófilo Mattos e Tarsila Vieira.









terça-feira, 9 de agosto de 2016

Teófilo Mattos


Teófilo[1] (Teóphilo[2]) Mattos (03/11/1906 - 15/03/1994) é filho de Juvenal da Silva Mattos (02/01/1865 - 02/11/1951) e de Mariana Martorano (11/08/1876 - 29/04/1927).

Nota: Juvenal da Silva Mattos é filho de Joaquim da Silva Mattos Sobrinho, conhecido como Joaquim das Palmas, e de Theodora Alves da Silva.
 Mariana Martorano é filha de Domingos Martorano e de Philomena (Filomena) Beviláqua (italianos).
Casamento de Juvenal e Marianna: 27 de setembro de 1894, São Joaquim-SC.



Teófilo jovem.

Teófilo casou-se com Tarsila Vieira (13/11/1910 - 11/03/1985), filha de Manoel Inácio Ribeiro Vieira (nasc. 14/07/1885) e de Maria dos Prazeres Vieira (1885 - 16/04/1973). Casamento: 7 de abril de 1934, Urubici-SC[i].

Manoel Inácio Ribeiro Vieira e Maria dos Prazeres Vieira, pais de Tarcila Vieira.


Tarsila foi adotada ainda criança pelos tios paternos, Cel. Boanerges Pereira de Medeiros e Felicidade Vieira de Medeiros, com quem cresceu. Segundo Elizabeth Mattos, Tarsila “foi considerada uma das mais belas moças joaquinenses da sua época” e salientou-se também por sua educação esmerada. Além disso, estudou música com a cunhada musicista, Hilda Mattos, além de pintar quadros com “óleo sobre tela”, sendo os mais conhecidos “Balsa de Urubici” e o “Gaúcho”.
Durante o tempo que viveu com o marido, Teófilo, foi uma grande companheira e incentivadora de suas realizações públicas, além de educar as filhas segundo seus méritos e dons artísticos[i]. De acordo com Elizabeth Mattos, Tarsila era muito religiosa e pouco antes de seu falecimento, o que veio a acontecer em 12 de março de 1985, pediu para o esposo “que suas jóias fossem vendidas para a construção de uma casa para os Vicentinos, pedido que foi realizado após a sua morte pelo próprio Teófilo Mattos, em ato solene”[ii].

Tarsila Vieira.

Tarsila com 15 anos.



 Balsa de Urubici, quadro de Tarsila Vieira.


O Sheik, quadro de Tarsila, enviado por Salvio Aparicio à Elizabeth Mattos.

Teófilo Mattos e Tarsila Vieira.

Teófilo e Tarsila não tiveram filhos, mas adotaram e legitimaram duas meninas. Uma delas, Arminda, foi adotada com seis anos de idade e a outra, Elizabeth, com um ano e quatro meses (Arminda já tinha então onze anos)[ii]. Arminda Borges Miguel, nascida em Urubici-SC, é filha biológica de Pedro Cândido Borges e de Maria Clara Prestes Borges. Elizabeth Vieira Mattos, nascida em São Joaquim-SC, é filha biológica de Nicanor Neves da Rosa e Lorena Domiciano da Rosa[iii].


Arminda, Tarsila, Elizabeth e Teófilo Mattos.

Filhas de Teófilo e Tarsila:
F1 – ARMINDA BORGES MIGUEL (nasc. 19/01/1946), c.c. Santos Miguel (nasc. 04/1937).

Arminda Borges Miguel.


Arminda fiando lã de ovelha.

Filhos:
N1.1 – Rudynei Miguel (nasc. 1954);

N1.2 – Rosinete Miguel (nasc. 1956). Companheiro: Francisco Morais.

N1.3 – Rosane Miguel, c.c. Antonio Diomar Mondadori.
Filhos:
BN1.3.1 – Kelvis Miguel Mondadori;
BN1.3.2 – Guilherme Miguel Mondadori Mondadori;
BN1.3.3 –Francys Miguel Mondadori.

N1.4 – Rosimere Miguel F. Borges (nasc. 27/07/1966), c.c. Adelar Ferreira Borges (nasc. 30/10/1964).
Filhos:
BN1.4.1 – Rafael Zanete Miguel (nasc. 08/08/1985).
BN1.4.2 – Renata Miguel F. Borges (nasc. 15/01/1998).

N1.5 – Marcio Miguel (nasc. 27/02/1969), c.c. Mariléia Ancelmo (1977 - 18/06/2010).
Filhos:
BN1.5.1 – Thiago Ancelmo Miguel.
BN1.5.2 – Thalita Ancelmo Miguel.

N1.6 – Iram Miguel (nasc. 1970), c.c. Luciana Miguel.
Filhos:
BN1.6.1 – João Victor Souza Miguel (nasc. 09/01/2001).
BN1.6.2 – Luana Souza Miguel.

N1.7 – Marilda Miguel (nasc. 1972), c.c. Hélio Brunn.
Filhos:
BN1.7.1 – NastaliaMiguel Brunn.
BN1.7.2 – Gustavo Miguel Brunn.

N1.8 – Carlisie Miguel, c.c. Jakson Sousa.
Filho:
BN1.8.1 – Murilo Miguel.

N1.9 – Teófilo Miguel, c.c. Adriana Miguel.
Filho:
BN1.9.1 – Henrique Miguel.

F2 – ELIZABETH VIEIRA MATTOS (nasc. 28/02/1956). Ex-mulher de José Gilmar Mondadori (nasc. 20/02/1959), com quem teve três filhos:
N2.1 – Mariana Mattos Mondadori (nasc. 16/11/1984).
N2.2 – José Gilmar Mondadori Filho (nasc. 24/07/1989).
N2.3 – Thalis Henrique Mattos Mondadori (nasc. 30/12/1997).


Elizabeth Vieira Mattos.


Autobiografia de Teófilo Mattos, reeditada por sua filha Elizabeth Mattos:

Nasceu em 03 de novembro de 1906 e faleceu em 15 de março de 1994, na cidade de São Joaquim – SC, filho de Juvenal da Silva Mattos e Mariana Martorano Mattos. Teve seis irmãos: Hilda Mattos, Aparício, Filomena, Aires, Elvira. Neto pelo lado paterno de Joaquim das Palmas da Silva Mattos, um dos fundadores de São Joaquim e pelo lado materno, de Domingos Martorano, que veio da Itália para São Joaquim em fins do século XIX. Sua mãe Mariana, também nasceu na Itália e veio para o Brasil com quinze anos.
Foi casado desde 1935 com Tarsila Vieira Mattos, descendentes da grande família Vieira de São Joaquim, sobrinha e filha adotiva do Cel. Boanerges Pereira de Medeiros e Felicidade Vieira Medeiros. O Cel. Boanerges foi Deputado Estadual por São Joaquim, na década de 1930 e, em seguida, primeiro Prefeito Municipal deste Município. Tem duas filhas adotivas: Arminda Borges Miguel e Elizabeth Vieira Mattos. Fez os seus estudos primários em escolas públicas desta cidade, até o 4º ano, e em seguida curso de admissão ginasial com o Dr. José da Fonseca Nunes de Oliveira, então juiz de Direito da Comarca. Em 1930, fez o curso de guarda-livros e depois passou a ser contador no Colégio Bom Jesus de Curitiba.
Muito jovem trabalhou na oficina tipográfica do “Correio Serrano” fundado em São Joaquim pelo grande jornalista catarinense Tito Carvalho. Partindo dali fundou e dirigiu vários jornais desta cidade, sendo que o último foi “A TRIBUNA” que deixou de ser editado em fins de 1932. Ainda no jornalismo, foi correspondente da ASAPRES – agencia nacional de notícias e de vários jornais e revistas. Foi membro do Instituto Histórico Geográfico de Santa Catarina. Foi também secretario do saudoso ex-prefeito Major Gregório Pereira da Cruz.
Na vida militar, serviu no 9º Regimento de Artilharia Montada em Curitiba, dando baixa como Sargento. Durante a Revolução Paulista em 1932, integrou como 1º Tenente do 9º Batalhão de Rua da Força Pública de Santa Catarina.
Primeiro Bacharel de São Joaquim em Ciências e Letras. Na vida profissional, foi coletor federal, por concurso público federal, tendo exercido as referidas funções de 1937 a 1968. Na vida pública, foi vereador pela extinta UDN – União Democrática Nacional, tendo como Presidente da Câmara, com o Ex-Prefeito João Inácio de Melo, fundado a Escola Técnica de Comércio de São Joaquim, da qual foi o principal articulador.
Também foi um dos fundadores do CTG Minuano Catarinense, fundado em 28 de agosto de 1962, atuando como Patrão de 1 de agosto de 1967 a 12 de outubro de 1969. Foi professor de invernada artística, promovendo grandes bailes e atuando nos piquetes, torneios de laços, gineteadas, rodeios crioulos, dentre outras culturas da tradição gaúcha. Foi sempre um grande incentivador da cultura em sua terra, fazendo jornalismo, teatro e promovendo festivais de toda a natureza.
Foi o pioneiro da radiodifusão em São Joaquim, com a sua tão lembrada pelos velhos Joaquinenses A VOZ CABOCLA, que foi uma grande alavanca propulsora do desenvolvimento de São Joaquim, em todos os seus setores.
Com os seus programas de estilo regionalista, sua ação na vida político-social de nossa terra, A VOZ CABOCLA sob a direção de Teófilo Mattos, deixou assinalados serviços à causa do progresso de São Joaquim. O primeiro serviço de autofalante teve duas ações históricas na cidade; a primeira foi a chegada da madeira puxada por 30 carros de boi para a construção da Igreja Matriz - e a segunda foi a inauguração da estrada do Rio do Rasto, em 1952, pelo então Governador Irineu Bornhausen.
Formou o primeiro grupo de teatro, o Grêmio Dramático Hortêncio Goularte nos anos 40, encenando peças como “Maria Caxuxa” e “Deus lhe Pague” onde fazia o papel de mendigo, que teve uma grande repercussão do público. Homem de comunicação e animador de festas sociais. Com o seu espírito de pioneiro, sempre desinquieto, trouxe para São Joaquim o primeiro automóvel – um Ford 1928 – cuja história de seus transcritos pelas antigas ruas da nossa Cidade é muito pitoresca. Por elas andava com a sua, e primeira, Motocicleta dessa cidade. Também foi o primeiro a usar uma bicicleta em São Joaquim, pois comprou a primeira que veio para cá.
Sempre um grande esportista, fundou com outros jovens do seu tempo várias associações, das quais se destacou o Planalto A.C., que era, no seu tempo, um dos melhores clubes de futebol de Santa Catarina, onde ele também fez parte como jogador. Foi um time de grandes vitórias. Ainda no esporte, foi o idealizador do JASJ, onde promoveu sempre animadas competições desportivas, que despertavam sempre grande animação em nossa cidade. Participou também como fundador do Clube de Escoteiros.
Foi idealizador e um dos fundadores do Centro Cultural de São Joaquim, na vida social de São Joaquim, teve sempre grande destaque. Neto, filho e sobrinho de fundadores do CLUB ASTRÉA, foi seu presidente várias vezes, com uma atuação modernizadora e de muitas atividades sociais, onde foi o idealizador e primeiro a promover o já tradicional BAILE DA NEVE. Com as suas atividades radiofônicas, atuava como locutor e animador de festas sociais, dançarino como sapateado, tango e lambada, promoveu muitos bailes, desfiles de moda e exposições em São Joaquim e em Lages. Incansável em sempre trazer inovações, foi o idealizador da festa da pecuária, logo em seguida, unindo festa com agropecuária e exposição de maçã. Anos depois decidiu fazer a primeira Festa da Maçã, em 1956.
Quando pecuarista já aposentado, dedicou-se por mais de 40 anos à criação de gado Jersey – puro da origem, tendo com os seus produtos conquistado vários troféus em exposições de São Joaquim, Lages e Expointer de Porto Alegre. Foi um dos pioneiros da introdução dessa raça leiteira nessa região.
Teófilo foi, principalmente, um estudioso da história e das coisas de São Joaquim, possuindo valiosos arquivos históricos escritos, fotografias e filmes.

Tinha como Hobby a Cinegrafia.

Casa de Juvenal da Silva Mattos, que depois passou a Teófilo Mattos.




O primeiro automóvel de São Joaquim – um Ford 1928.


Tarsila, Teófilo e Aparício Mattos (irmão de Teófilo).


Teófilo Mattos, Radialista da radio difusão A Voz Cabocla, a Primeira de São Joaquim.



Irmãos do pai Teóphilo, Maria Mattos Bathke, Teóphilo Mattos, Filomena Mattos Bleyer, Aires Mattos e Ilda Mattos.



Bodas de Ouro de Teófilo e Tarsila, em 1984. Último registro junto com Tarsila, no ano seguinte ela faleceu (Foto disponibilizada por Elizabeth Mattos).




[1] Conforme certidão de matrimônio e certidão de óbito.

[2] Conforme certidão de batistério.


Referências

Dados do arquivo de Ismênia Ribeiro Schneider.

Dados inseridos no Genoom por Rogério Palma de Lima.

Grupo Teóphilo Mattos – Grande Pioneiro Joaquinense e sua Família, no Facebook.

Inventário de Joaquim (das Palmas) da Silva Mattos Sobrinho, 1917. Inventário Judicial Registrado a Fls 11 do L1º (Sem Testamento), Juízo de Direito da Comarca de São Joaquim da Costa da Serra.

RUIZ, Glacy Weber. Juvenal da Silva Mattos. Disponível em: http://www.familiasilvamattos.com.br/juvenal_silva_mattos.html.

[i] Texto de Elizabeth Mattos, TEÓPHILO MATTOS  (Teófilo Mattos), publicado no Grupo Teóphilo Mattos – Grande Pioneiro Joaquinense e sua Família, no Facebook.
[ii] RUIZ, Glacy Weber. Theófilo Mattos. Disponível em: http://www.familiasilvamattos.com.br/theofilo_mattos.html.
[iii] Dados fornecidos por Elizabeth Vieira Mattos, a quem agradecemos especialmente pela contribuição para esta matéria.

terça-feira, 26 de julho de 2016

Joaquim das Palmas – Novas descobertas e mais dados acerca de sua descendência

          Retomamos o estudo sobre Joaquim da Silva Mattos Sobrinho (02/05/1831 - 25/10/1916), mais conhecido como “Joaquim das Palmas”. Joaquim é filho de João da Silva Mattos, ou “João Zeferino de Mattos”, de Laguna, e de Anna Joaquina da Conceição Cardoso, de Tubarão. É, portanto, irmão de Antonio da Silva Mattos, mais conhecido como “Tonico das Palmas”, ancestral da Família Palma de São Joaquim.
Joaquim tornou-se um dos primeiros tropeiros a atingir, pela Serra do Imaruí, os campos de Lages, instalando-se na “Fazenda das Palmas”, na Região do Bentinho (depois São Joaquim), pertencente ao município de Lages.

Para maiores informações sobre a Fazenda das Palmas: http://genealogiaserranasc.blogspot.com.br/2014/12/fazenda-das-palmas.html.

            Joaquim das Palmas se casou com Theodora Alves da Silva, de Laguna, com quem teve treze filhos (e não apenas nove, como se pensava anteriormente). Neste ponto, destacamos a descoberta de mais quatro filhos, que não estão citados no inventário de Joaquim. Acredita-se que esses filhos tenham falecidos em criança ou, pelo menos, antes da morte do pai, e que, por isso, não estejam citados em seu inventário.
            Assim, o casal Joaquim das Palmas e Theodora teve os seguintes filhos[i]:

F1 – ANGELINA DA SILVA MATTOS, “Irmã Rosina”, (05/05/1860[ii] - 10/06/1941), religiosa da Irmandade da Divina Providência, residente no Colégio “Coração de Jesus”, em Florianópolis, onde desempenhava a função de costureira.

 
Angelina da Silva Mattos, "Irmã Rosina".
F2 – ESMERALDINA DA SILVA MATTOS (nasc. 12/05/1861, em Imaruí-SC[[iii]]).

F3 – DAUTINA (ou ADAUTINA) DA SILVA MATTOS (11/06/1862 - 18/12/1920[[iv]]), c.c. José André Cândido de Goés (28/02/1857 - 10/01/1897[[v]]), filho de André de Góis e Anna Thereza Maria do Espírito Santo.

 
Dautina da Silva Mattos - foto disponibilizada por Elizabeth Mattos.

Filhos (não necessariamente em ordem cronológica):
N3.1 – Esmeralda da Silva Mattos (nasc. 06/07/1882[vii]).
N3.2 – Julio Cândido de Góss (nasc. 08/12/1889[vii]), c.c. Maria Pereira Barbosa.
N3.3 – Joao Candido de Góss[vii]. Filhos: Renato, Wilson[vi]José, Lair, Leoni e César.
N3.4 – Aristides da Silva Góss[vii].
N3.5 – Zulmira da Silva Góss[vii].

F4 – GENOVÊNCIO DA SILVA MATTOS (04/08/1863 - 13/02/1960[[vii]]).
Genovêncio foi grande chefe político (um dos fundadores do Partido Liberal).
Casou-se com:
1ª NÚPCIAS: CAMILA NUNES DE SOUZA BORGES (21/11/1870 - 13/11/1908[vii]), filha de Joaquim Firmino Nunes e de Maria (Antunes) Borges de Souza (Nunes) (11/12/1849 - 10/03/1889[vii]).
Casamento de Genovêncio e Camila: 25 de janeiro de 1889, Lages-SC[[viii]].

Nota: Casamento de Joaquim Firmino Nunes e de Maria (Antunes) Borges de Souza (Nunes): 10 de maio de 1866, Lages-SC.
Maria (Antunes) Borges de Souza (Nunes) é filha de Joaquim Antunes de Oliveira (1799 - 08/04/1879) e de Maria Ribeiro Borges (Saldanha) (1822 - 24/02/1901). Maria Ribeiro, por sua vez, é filha de Francisco da Silva Ribeiro (04/10/1789 - 28/01/1843) e de Anna Antonia do Rego. Francisco é filho de Pedro da Silva Ribeiro e, portanto, neto paterno de Manoel da Silva Ribeiro e Maria Bernardes do Espírito Santo.

Com Camila, Genovêncio teve dez filhos[[ix]]:
N4.1 – Alcidia da Silva Mattos (04/02/1890 - 19/01/1921).
N4.2 – Orlades Mattos (nasc. 30/06/1891).
N4.3 – João Mattos (Janjão) (07/09/1892 - 30/06/1929), c.c. Floriana Rodrigues de Andrade.
N4.4 – Júlio Nunes Mattos (nasc. 29/10/1895), c.c. Abrilina Godoy Azevedo (14/11/1898 - 05/08/1969), filha de Geraldo Caetano de Azevedo (1868 – 1922) e de Maria Antonia de Godoy (nasc. 23/01/1879).
N4.5 – Eutília Mattos (nasc. 23/10/1897).
N4.6 – Otília Mattos (nasc. 1898, São Joaquim), c.c. Benedito Pereira de Andrade (nasc. 1888, Paraná), filho de Francisco Pereira Andrade e Anna Antunes Andrade. Casamento: 26 de setembro de 1922, São Joaquim-SC.
Benedito era sargento no Rio de Janeiro[[x]].
N4.7 – Maria Mattos (nasc. 30/09/1900), c.c. Abel José da Luz.
N4.8 – José Mattos (17/06/1902 - 17/01/1987), c.c. Otilia Antonia Barbosa (13/11/1911 - 17/08/1982), filha de Antônio José Barbosa e de Honorata Batista Pereira.
N4.9 – Maria Benta da Silva Mattos (nasc. 13/03/1904).
N4.10 – Joaquim Mattos (nasc. 04/04/1906), c.c. Otillia Mattos.

2ª NÚPCIAS DE GENOVÊNCIO DA SILVA MATTOS: IZABEL ANTONIA GODOY (1880 – 1955), filha de Joaquim Antonio Godoy (15/05/1852 - 08/06/1929) e de Anna Cavalheiro do Amaral (1857 - 27/12/1921).
Casamento: 7 de março de 1910, São Joaquim-SC[vii].

Nota: Anna é filha de Bertulina Rosa Fernandes (1841 - 06/06/1913) e de João Cavalheiro do Amaral (1832 - 22/02/1914), irmão de Bento Cavalheiro do Amaral (1834 - 12/09/1912).

Com Izabel, Genovêncio teve 07 filhos[[xi]]:
N4.11 – Pedro Mattos (23/02/1910 - 18/02/1988), c.c. Helena Mattos (08/01/1914 - 21/09/1991), filha de Saturnino da Silva Mattos (10/01/1884 - 08/03/1931) e de Maria Anna de Jesus (1884 - 28/09/1934). Saturnino é filho de Júlio da Silva Mattos (05/08/1861 - 02/11/1947) [filho de José Zeferino de Mattos (1821 - 19/03/1913)].
N4.12 – Hundina Mattos (nasc. 13/03/1912).
N4.13 – Vladivia Mattos (nasc. 30/11/1913), c.c. Evaldo Bathke (12/04/1910 - 24/03/1992), filho de Johannes Friederich Paul Gellert Dietrich Bathke (06/07/1864 - 13/09/1950), conhecido como Paulo Bathke, e de Maria Olinda da Silva Ribeiro (21/11/1878 - 04/09/1951).
N4.14 – Sérgio Mattos (08/09/1915 – 1994), c.c. Julieta Melquiades Nunes de Souza (02/07/1920 - 14/03/2009), filha de Manoel Melquiades de Souza Machado (10/12/1870 - 02/01/1927) e de Bernardina Lidia Nunes (04/05/1894 - 28/08/1941).
N4.15 – Samuel Mattos (nasc. 18/04/1918), c.c. Ruth Nunes (nasc. 11/06/1924), filha de Joaquim Firmino Nunes (nasc. 13/07/1891) e de Maria de Souza Siqueira.
N4.16 – Anna Mattos (02/07/1926 - 26/05/2014), c.c. Hermelino da Silva Ribeiro (08/08/1885 - 27/01/1967), filho de Cathólico da Silva Ribeiro (15/12/1852 - 21/11/1887) e de Joana Rodrigues (Gertrudes) Pereira (nasc. 23/06/1861).
N4.17 – Adriano Mattos (09/01/1928 - 10/04/1929), faleceu com um ano e três meses de idade, sem assistência médica[xii].

F5 – JUVENAL DA SILVA MATTOS (02/01/1865 - 02/11/1951[vii]), c.c. Mariana Martorano (11/08/1876 - 29/04/1927), filha de Domingos Martorano e de Philomena (Filomena) Beviláqua (italianos).
Casamento de Juvenal e Marianna: 27 de setembro de 1894, São Joaquim-SC[vii].

 
Juvenal da Silva Mattos foto disponibilizada por Elizabeth Mattos.
Filhos[vii, vi, xiii]:
N5.1 – Apparício Mattos (17/09/1895 - 14/08/1959), c.c. Maria Lacerda Alves
de Sá, “Mariquinha”, (nasc. 10/03/1901), filha de José Antonio Alves de Sá (nasc. 06/12/1870) e de Amélia Floriana de Lacerda (1868 - 03/09/1906).
Aparício era comerciante[xiii].
N5.2 – Hilda Mattos (nasc. 27/04/1898), solteira.
Hilda era musicista.
N5.3 – Filomena Mattos (nasc. 15/12/1903), c.c. Thássilo Neves Bleyer (11/06/1901 – 09/02/1967), filho do Dr. Jorge Carlos Adolpho Bleyer (nasc. Alemanha) e de Adelaide Neves[[xiii]].
N5.4 – Teóphilo (Teófilo) Mattos (03/11/1906 - 15/03/1994), c.c. Tarcila Vieira (13/11/1910 - 11/03/1985), filha de Manuel Inácio Ribeiro Vieira (nasc. 14/07/1885) e de Maria dos Prazeres Vieira (1885 - 16/04/1973).
Teófilo foi historiador, poeta, radialista, jornalista, dentre outras atividades que exerceu. Na próxima matéria, apresentaremos mais informações sobre ele.
N5.6 – Ayres Mattos (nasc. 15/03/1908), c.c. Rosa Vieira Mattos, filha de Joaquim Anacleto Rodrigues e de Emilia Vieira.
N5.7 – Maria Martorano Mattos (nasc. 14/12/1909), c.c. Aristides Bahtke (nasc. 08/03/1906), filho de Johannes Friederich Paul Gellert Dietrich Bathke (06/07/1864 - 13/09/1950), conhecido como Paulo Bathke, e de Maria Olinda da Silva Ribeiro (21/11/1878 - 04/09/1951).
N5.8 – Elvira Mattos (nasc. 27/03/1911), c.c. Bibiano Rodrigues Lima Filho (nasc. 25/04/1907), filho de Bibiano Rodrigues Lima e de Maria Jacinta de Andrade Lima.
Eram residentes em Caxias do Sul.
    
F6 – HONORATA DA SILVA MATTOS (nasc. 07/08/1866[vii]), solteira. Pelo que se sabe, faleceu em idade avançada.

Honorata da Silva Mattos - foto disponibilizada por Elizabeth Mattos.


F7 – EULÁLIA DA SILVA MATTOS CASSÃO (21/11/1867 - 28/04/1962), c.c. Antonio José Martins Cassão (1863 - 28/05/1902), natural do Minho, Portugal. Antonio é filho de José Joaquim Martins Cassão e de D. Luiza Martins Carvalho.
Casamento de Eulália e Antonio Cassão: 3 de fevereiro de 1890, São Joaquim-SC[vii].
Conforme descrito no documento de registro de óbito: Antonio José Martins Cassão “falleceu de morte violenta, suicídio, um tiro de revolver no ouvido[[xiv]].

 
Eulália da Silva Mattos - disponibilizada por Marli Fontanella Vitória.
Filhos:
N7.1 – Aristides Felix Cassão (nasc. 14/01/1891), c.c. Julvyra Pereira da Cunha Matos (nasc. 22/07/1902), filha de Sebastião Pereira da Cunha Matos (nasc. 1879) e do Maria dos Santos Souza (nasc. 1881).
N7.2 – Teófilo Martins Cassão (nasc. 05/03/1892). Faleceu aos 14 anos.
N7.3 – Sócrates Martins Cassão (23/09/1893 - 17/07/1928), c.c. Joanna Waltrick (nasc. 04/06/1897), filha de Carlos José Waltrick (nasc. 1853) e de Anna Maria de Jesus (Bernarda) (1866 - 07/11/1920).
N7.4 – Soter Martins Cassão (nasc. 1894), c.c. Hermínia Cavalheiro do Amaral, filha de Antonio Cavalheiro do Amaral, “Tota”, e de Maria Cavalheiro do Amaral.
Casamento: 16 de abril de 1921, São Joaquim-SC.
N7.5 – Maria, falecida, aborto.
N7.6 – Gilbertina Martins Cassão (nasc. 27/07/1899), c.c. João Fontanella Neto (nasc. 22/04/1895), filho de Marcos Fontanella e de Magdalena Fontanella.
N7.7 – Julieta Martins Cassão (nasc. 20/11/1902), solteira.
N7.8 – Josué Martins Cassão, c.c. Veneranda Klevstav, filha de Francisco Emilio Klevstav e de Anna Nunes Martins.
N7.9 – Olga Martins Cassão, c.c. Sebastião Baptista de Souza, filho de João Baptista de Souza Neto (1860 – 1914) e de Maria dos Prazeres Ribeiro (30/09/1870 – 1912).
Casamento: 30 de abril de 1919, São Joaquim-SC.
Olga e Sebastião são pais da historiadora Maria Batista (de Souza) Nercoline.

F8 – ENÉAS DA SILVA MATTOS (nasc. 01/09/1868[vii]), c.c. Maria da Conceição Ribeiro (nasc. 1873), filha de Manoel Bento Ribeiro (nasc. 18/04/1828) e Felicidade Maria Rodrigues.
Casamento: 28 de junho de 1902, São Joaquim-SC.
Eneas era comerciante e ruralista.
Filhos:
N8.1 – Felicidade da Silva Mattos (nasc. 03/01/1903).
N8.2 – Alzira da Silva Mattos (nasc. 26/11/1903).
N8.3 – Maria Cândida da Silva Mattos (nasc. 19/04/1906).
N8.4 – Cecilia da Silva Mattos (nasc. 13/05/1912).
N8.5 – Nestor da Silva Mattos.
N8.6 – Dimas da Silva Mattos.
N8.7 – Altina da Silva Mattos.

            Além dos filhos citados, Eneas da Silva Mattos teve mais um filho, chamado Thiago Fioravante Mattos (16/11/1894 - 21/11/1962)[vii], anterior ao matrimônio com Maria da Conceição Ribeiro (casamento ocorreu em 28/06/1902). Segundo as certidões de nascimento e de casamento de Thiago, ele é filho de Ernestina Santiago Fioravante (ou Fioravante de Almeida, conforme certidão de casamento de Thiago) e de pai incógnito. Contudo, em sua certidão de óbito, a filiação fica comprovada:
“[...] no dia 21 de janeiro de 1962, às 22:30 hrs, em domicílio, faleceu Thiago Fiovarante Mattos, do sexo masculino, côr branca, profissão advogado, natural de São Joaquim, domiciliado e residente em São Joaquim, com 66 anos de idade, estado civil casado, filho ilegítimo de Eneas da Silva Mattos, já falecido. Em tempo, filho legítimo de Ernestina Fiovarante, já falecida, natural deste Estado[[xv]].
           
Thiago se casou em primeiras núpcias, em 18 de dezembro de 1915 (São Joaquim-SC), com América Maria de Souza, filha de Anna Maria de Souza e de pai incógnito. Em segundas núpcias, casou-se com Maria da Luz (nasc. 08/03/1903, em 16 de maio de 1925 (São Joaquim-SC), filha de Abel José da Luz e de Adelaide da Silveira da Luz.

F9 – MARIA DA SILVA MATTOS (nasc. 19/05/1871[vii]).

F10 – ADOLPHO DA SILVA MATTOS (06/07/1875 - 13/02/1945), c.c. Evência Passos Madruga Córdova, filha de Plácido da Rosa Madruga e de Laura Demitilli Córdova.
Adolpho era artífice e músico, avô do contra-mestre da Banda de Música da Força Pública do Estado de SC, Tenente Adolfo da Silva Mattos.
Casamento de Adolpho e Evência: 4 de maio de 1902, Lages-SC[vii].
Filhos:
N10.1 – Veridiana Córdova Passos Mattos (05/06/1903 - 13/06/1985), c.c. Gillis de Matos Lima (01/09/1903 - 02/07/1978), filho de Sebastião Pereira da Cunha Matos e de Maria dos Santos Souza.
N10.2 – Clarivaldo Córdova Matos (nasc. 08/06/1904).
N10.3 – Laura da Silva Matos (nasc. 11/02/1906), c.c. Frederico Till.
N10.4 – Petronilia da Silva Matos, c.c. Amantino Nunes.

F11 – ALZIRA DA SILVA MATTOS (06/08/1878 - 30/03/1904), c.c. Antonio Ribeiro de Córdova (1879 - 14/02/1963).
Casamento: 26 de julho de 1903, São Joaquim.
Alzira faleceu com 22 anos, “morte proveniente de parto”, conforme sua certidão de óbito. Conclui-se que a criança nasceu sem vida, pois no mesmo documento consta que ela não deixou filhos.
Nota: Antonio Ribeiro de Córdova casou em segundas núpcias com Lidia Cândida Rodrigues.

 
Alzira da Silva Mattos - foto disponibilizada por Rogério Palma de Lima.

F12 – DURVAL DA SILVA MATTOS (25/02/1881 - 02/07/1971[vii]), c.c. Joaquina Chaves Pereira.
Durval foi Mestre de música, jornalista e tabelião em Araranguá – SC[vii].

Durval da Silva Mattos - foto disponibilizada por Rogério Palma de Lima.

Filhos[vii]:
N12.1 – Valmarino Mattos Palmas (03/10/1913 - 15/08/1971), c.c. Otilia Napoli
(16/01/1923 - 06/08/2002), filha de Leonidas Napoli e de Fortunata Alessio(?).
Casamento: 10 de maio de 1940, Araranguá-SC[vii].
N12.2 – Ayres Matos Palmas (nasc. 08/05/1917, Araranguá-SC), c.c. Maria Lummertz (nasc. 25/08/1920), filha de Caetano Francisco Lummertz e de Alzira Maria Lummertz.
N12.3 – Eneval Mattos (nasc. 28/06/1924), c.c.
1ªs núpcias: Floscula Souza (01/10/1925 - 20/06/1976), filha de Mario Sousa e de  Tomázia Nunes Barreto.
Casamento: 23 de fevereiro de 1945, Araranguá-SC.
2ªs núpcias: Alzeni Teixeira de Oliveira.
N12.4 – Dursilma de Mattos (nasc. 08/02/1929), c.c. Janice Siqueira (nasc. 30/07/1935). Casamento: 20 de fevereiro de 1954, Laguna-SC.
N12.5 – Hilda Mattos (nasc. 23/04/1931), c.c. Humberto Rabello (05/03/1929 - 04/01/1998), filho de Ivan Villar Rabello e de Ana Bortoluzzi.
Casamento: 9 de janeiro de 1954, Araranguá-SC.
N12.6 – Osmundo Mattos (nasc. 21/03/1936), c.c. Rosa Maria Dieder.
N12.7 – Osni Mattos.
N12.8 – Eny Mattos, c.c. Carlos Miori.
N12.9 – Albertina Mattos.
N12.10 – Jader Mattos, c.c. Reni Freitas.

F13 – ORLADES DA SILVA MATTOS (nasc. 01/06/1883).


Referências




[i] Inventário de Joaquim (das Palmas) da Silva Mattos Sobrinho, 1917. Inventário Judicial Registrado a Fls 11 do L1º (Sem Testamento), Juízo de Direito da Comarca de São Joaquim da Costa da Serra.
[ii] Batistério de Angelina da Silva Mattos, resgatado por Rogério Palma de Lima.
[iii] Documento resgatado por Glacy Webber Ruiz Cavallaro. Batistério em 24.06.1861 - https://familysearch.org/pal:/MM9.3.1/TH-266-12646-26469-86?cc=2177296&wc=MFKV-W29:1030403001,1030403302,1030427401
[iv] Documentos de Batismo e de Óbito de Adautina da Silva Mattos. Documentos resgatados por Rogério Palma de Lima. Óbito disponível em: https://familysearch.org/pal:/MM9.3.1/TH-266-12583-77283-63?cc=2016197&wc=M94J-8SG:n1854508303.
[vi] Dados do arquivo de Ismênia Ribeiro Schneider.
[vii] Dados inseridos no Genoom por Rogério Palma de Lima.
[viii] Certidão de matrimônio de Genovêncio e Camila, disponibilizada por Rogério Palma de Lima.
[ix] Dados inseridos no Genoom por Rogério Palma de Lima e por Tania Aparecida Costa.
[x] Certidão de matrimônio de Benedito e Otilia, 1922.
[xi] Dados inseridos no Genoom por Rogério Palma de Lima e por Tania Aparecida Costa.
[xii] Óbito de Adriano Mattos, 1929. Documento disponibilizado no site Genoom por Rogério Palma de Lima e disponível em: https://familysearch.org/ark:/61903/3:1:S3HY-6RQJ-V3?i=165&wc=MXYG-D24%3A337699901%2C337699902%2C338495801%3Fcc%3D2016197&cc=2016197.
[xiii] RUIZ, Glacy Weber. Juvenal da Silva Mattos. Disponível em: http://www.familiasilvamattos.com.br/juvenal_silva_mattos.html.
[xiv] Certidão de óbito de Antonio José Martins Cassão, 1902. Documento resgatado por Rogério Palma de Lima. Disponível em: https://familysearch.org/pal:/MM9.3.1/TH-267-12454-14555-15?cc=2016197&wc=MXYG-H36:337699901,337699902,338459601. Acesso em: 08/07/2016.
[xv] Certidão de óbito de Thiago Fiavorante de Mattos, 1962. Documento fornecido por Rogério Palma de Lima e disponível em: https://familysearch.org/ark:/61903/3:1:S3HY-X3QY-QL?i=111&wc=MXYP-QMQ%3A337699901%2C337699902%2C338819501%3Fcc%3D2016197&cc=2016197.